Não te queixes. Trabalha.
Não te desculpes. Aceita.
Não te lastimes. Age.
Não provoques. Silencia.
Não acuses. Ampara.
Não te irrites. Desculpa.
Não grites. Pondera e explica.
Não reclames. Coopera.
Não condenes. Socorre.
Não perturbes. Espera.
Nada exija dos outros.
Conta sempre com Deus.
Emmanuel
Psicografia de Francisco C.Xavier
terça-feira, 13 de março de 2012
Conta com Deus
Não te queixes. Trabalha.
Não te desculpes. Aceita.
Não te lastimes. Age.
Não provoques. Silencia.
Não acuses. Ampara.
Não te irrites. Desculpa.
Não grites. Pondera e explica.
Não reclames. Coopera.
Não condenes. Socorre.
Não perturbes. Espera.
Nada exija dos outros.
Conta sempre com Deus.
Emmanuel
Psicografia de Francisco C.Xavier
Não te desculpes. Aceita.
Não te lastimes. Age.
Não provoques. Silencia.
Não acuses. Ampara.
Não te irrites. Desculpa.
Não grites. Pondera e explica.
Não reclames. Coopera.
Não condenes. Socorre.
Não perturbes. Espera.
Nada exija dos outros.
Conta sempre com Deus.
Emmanuel
Psicografia de Francisco C.Xavier
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Ponderação
Diante do mal quantas vezes!...
Censuramos o próximo...
Desertamos do testemunho da paciência...
Criticamos sem pensar...
Abandonamos companheiros infelizes à própria sorte...
Esquecemos a solidariedade...
Fugimos ao dever de servir...
Abraçamos o azedume...
Queixamo-nos uns dos outros...
Perdemos tempo em lamentações...
Deixamos o campo das próprias obrigações...
Avinagramos o coração...
Desmandamo-nos na conduta...
Agravamos problemas...
Aumentamos o próprios débitos...
Complicamos situações...
Esquecemos a prece...
Desacreditamos a fraternidade...
E, às vezes, olvidamos até mesmo a fé viva em Deus...
Entretanto a fórmula da vitória sobre o mal ainda e sempre é aquela senha de Jesus:
AMAI-VOS UNS AOS OUTROS COMO EU VOS AMEI!!...
Bezerra de Menezes
Censuramos o próximo...
Desertamos do testemunho da paciência...
Criticamos sem pensar...
Abandonamos companheiros infelizes à própria sorte...
Esquecemos a solidariedade...
Fugimos ao dever de servir...
Abraçamos o azedume...
Queixamo-nos uns dos outros...
Perdemos tempo em lamentações...
Deixamos o campo das próprias obrigações...
Avinagramos o coração...
Desmandamo-nos na conduta...
Agravamos problemas...
Aumentamos o próprios débitos...
Complicamos situações...
Esquecemos a prece...
Desacreditamos a fraternidade...
E, às vezes, olvidamos até mesmo a fé viva em Deus...
Entretanto a fórmula da vitória sobre o mal ainda e sempre é aquela senha de Jesus:
AMAI-VOS UNS AOS OUTROS COMO EU VOS AMEI!!...
Bezerra de Menezes
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
A lenda da caridade
Diz interessante lenda do Plano Espiritual que, a princípio, no mundo se espalham milhares de grupos humanos, nas extensas povoações da Terra.
O Senhor endereçava incessantes mensagens de paz e bondade às criaturas, entretanto, a maioria de desgarrou no egoísmo e no orgulho.
A crueldade agravava-se, o ódio explodia...
Diligenciando solução ao problema, o Celeste Amigo chamou o Anjo Justiça que entrou, em campo e, de imediato, inventou o sofrimento.
Os culpados passaram a resgatar, os próprios delitos, a preço de enormes padecimentos.
O Senhor aprovou os métodos da Justiça que reconheceu indispensáveis ao equilíbrio da Lei, no entanto, desejava encontrar um caminho menos espinhoso para a transformação dos espíritos sediados na Terra, já que a dor deixava comumente um rescaldo de angústia a gerar novos e pesados conflitos.
O Divino Companheiro solicitou concurso ao Anjo Verdade que estabeleceu, para logo, os princípios da advertência.
Tribunas foram erguidas, por toda parte, e os estudiosos do relacionamento humano começaram a pregar sobre os efeitos doma ledo bem, compelindo os ouvintes à aceitação da realidade.
Ainda assim, conquanto a excelência das lições propagadas repontavam dúvidas em torno dos ensinamentos de virtude, suscitando atrasos altamente prejudiciais aos mecanismos da elevação espiritual.
O Senhor apoiou a execução dos planos ideados pelo Anjo da Verdade, observando que as multidões terrestres não deveriam viver ignorando o próprio destino.
No entanto, a compadecer-se dos homens que necessitavam reforma íntima sem saberem disso, solicitou cooperação do Anjo do Amor, à busca de algum recurso que facilitasse a jornada dos seus tutelados para os Cimos da Vida.
O novo emissário criou a caridade e iniciou-se profunda transubstanciação de valores.
Nem todas as criaturas lhe admitiam o convite e permaneciam, na retaguarda, matriculados ns tarefas da Justiça e da Verdade, das quais hauriam a mudança benemérita, em mais longo prazo, mas todas aquelas criaturas que lhe atenderam as petições, passaram a ver e auxiliar doentes p obsessos, paralíticos e mutilados, cegos e infelizes, os largados à rua e os sem ninguém.
O contato recíproco gerou precioso câmbio espiritual.
Quantos conduziam alimento e agasalho, carinho e remédio para os companheiros infortunados recebiam deles, em troca, os dons da paciência e da compreensão, da tolerância e da humildade e, sem maiores obstáculos, descobriram a estrada para a convivência com os Céus.
O Senhor louvou a caridade, nela reconhecendo o mais importante processo de orientação e sublimação, a benefício de quantos usufruem a escola da Terra.
Desde então, funcionam, no mundo, o sofrimento, podando as arestas dos companheiros revoltados: a doutrinação informando aos espíritos indecisos quanto às melhores sendas de ascensão às Bênçãos Divinas; e a caridade iluminando a quantos consagram ao amor pelos semelhantes, redimindo sentimentos e elevando almas, porque, acima de todas as forças que renovam os rumos da criatura, nos caminhos, humanos, a caridade é a mais vigorosa, perante Deus, porque é a única que atravessa as barreiras da inteligência e alcança os domínios do coração.
Memei
Psicografia Francisco C. Xavier
O Senhor endereçava incessantes mensagens de paz e bondade às criaturas, entretanto, a maioria de desgarrou no egoísmo e no orgulho.
A crueldade agravava-se, o ódio explodia...
Diligenciando solução ao problema, o Celeste Amigo chamou o Anjo Justiça que entrou, em campo e, de imediato, inventou o sofrimento.
Os culpados passaram a resgatar, os próprios delitos, a preço de enormes padecimentos.
O Senhor aprovou os métodos da Justiça que reconheceu indispensáveis ao equilíbrio da Lei, no entanto, desejava encontrar um caminho menos espinhoso para a transformação dos espíritos sediados na Terra, já que a dor deixava comumente um rescaldo de angústia a gerar novos e pesados conflitos.
O Divino Companheiro solicitou concurso ao Anjo Verdade que estabeleceu, para logo, os princípios da advertência.
Tribunas foram erguidas, por toda parte, e os estudiosos do relacionamento humano começaram a pregar sobre os efeitos doma ledo bem, compelindo os ouvintes à aceitação da realidade.
Ainda assim, conquanto a excelência das lições propagadas repontavam dúvidas em torno dos ensinamentos de virtude, suscitando atrasos altamente prejudiciais aos mecanismos da elevação espiritual.
O Senhor apoiou a execução dos planos ideados pelo Anjo da Verdade, observando que as multidões terrestres não deveriam viver ignorando o próprio destino.
No entanto, a compadecer-se dos homens que necessitavam reforma íntima sem saberem disso, solicitou cooperação do Anjo do Amor, à busca de algum recurso que facilitasse a jornada dos seus tutelados para os Cimos da Vida.
O novo emissário criou a caridade e iniciou-se profunda transubstanciação de valores.
Nem todas as criaturas lhe admitiam o convite e permaneciam, na retaguarda, matriculados ns tarefas da Justiça e da Verdade, das quais hauriam a mudança benemérita, em mais longo prazo, mas todas aquelas criaturas que lhe atenderam as petições, passaram a ver e auxiliar doentes p obsessos, paralíticos e mutilados, cegos e infelizes, os largados à rua e os sem ninguém.
O contato recíproco gerou precioso câmbio espiritual.
Quantos conduziam alimento e agasalho, carinho e remédio para os companheiros infortunados recebiam deles, em troca, os dons da paciência e da compreensão, da tolerância e da humildade e, sem maiores obstáculos, descobriram a estrada para a convivência com os Céus.
O Senhor louvou a caridade, nela reconhecendo o mais importante processo de orientação e sublimação, a benefício de quantos usufruem a escola da Terra.
Desde então, funcionam, no mundo, o sofrimento, podando as arestas dos companheiros revoltados: a doutrinação informando aos espíritos indecisos quanto às melhores sendas de ascensão às Bênçãos Divinas; e a caridade iluminando a quantos consagram ao amor pelos semelhantes, redimindo sentimentos e elevando almas, porque, acima de todas as forças que renovam os rumos da criatura, nos caminhos, humanos, a caridade é a mais vigorosa, perante Deus, porque é a única que atravessa as barreiras da inteligência e alcança os domínios do coração.
Memei
Psicografia Francisco C. Xavier
domingo, 22 de janeiro de 2012
CURSOS PENTATEUCO
ESPÍRITAS, INSTRUI-VOS !
“Mas aquele Consolador, o Santo Espírito
que o Pai enviará em meu nome, esse vos
ensinará todas as cousas e vos fará lembrar
de tudo quanto vos tenho dito.
” JESUS - JOAO, 14:26,
“Espíritas, amai-vos! Este o primeiro ensino!
Instrui-vos, este o segundo.” - Cap. V1, 5.
Aproveitamos esta citações do Evangelho Segundo o Espiritismo, para reforçar o convite a todos para participarem dos cursos sobre as obras que compõe o Pentateuco.
Os cursos iniciam-se segunda, dia vinte e três, sendo recomendado que o primeiro livro estudado seja o Livro dos Espíritos, e a partir daí, o participante pode escolher outra obra, Livro dos Médiuns, Evangelho Segundo Espiritismo, O Céu e o Inferno e A Gênese.
Os cursos são totalmente gratuitos, e ocorrem toda segunda-feira, de 19:30 às 21:30.
Contamos com todos.
“Mas aquele Consolador, o Santo Espírito
que o Pai enviará em meu nome, esse vos
ensinará todas as cousas e vos fará lembrar
de tudo quanto vos tenho dito.
” JESUS - JOAO, 14:26,
“Espíritas, amai-vos! Este o primeiro ensino!
Instrui-vos, este o segundo.” - Cap. V1, 5.
Aproveitamos esta citações do Evangelho Segundo o Espiritismo, para reforçar o convite a todos para participarem dos cursos sobre as obras que compõe o Pentateuco.
Os cursos iniciam-se segunda, dia vinte e três, sendo recomendado que o primeiro livro estudado seja o Livro dos Espíritos, e a partir daí, o participante pode escolher outra obra, Livro dos Médiuns, Evangelho Segundo Espiritismo, O Céu e o Inferno e A Gênese.
Os cursos são totalmente gratuitos, e ocorrem toda segunda-feira, de 19:30 às 21:30.
Contamos com todos.
sábado, 14 de janeiro de 2012
O QUE É O AMOR
Numa sala de aula, onde havia várias crianças, uma delas perguntou à professora:
Professora, o que é o amor?
A professora sentiu que a criança merecia uma resposta à altura da pergunta inteligente que fizera.
E como já estava na hora do recreio, pediu que cada aluno desse uma volta pelos jardins da escola e trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor.
As crianças saíram apressadas e depois de alguns minutos voltaram à sala.
A professora esperou que todos se sentassem e, quando o silêncio se fez na pequena sala, cobrou a tarefa que lhes havia dado: Quero que cada um mostre o que trouxe consigo.
A primeira criança disse: Eu trouxe esta flor, não é linda?
A segunda falou: Eu trouxe esta borboleta. Veja o colorido de suas asas, vou colocá-la em minha coleção.
A terceira criança completou: Eu trouxe este filhote de passarinho. Ele havia caído do ninho junto com outro irmão. Não é uma gracinha?
E assim as crianças foram mostrando tudo o que tinham captado lá fora, que pudesse representar o amor.
Terminada a exposição, a professora notou que uma das crianças tinha ficado quieta o tempo todo. Ela estava muito envergonhada, pois nada havia trazido.
Então a professora se aproximou dela e lhe perguntou:
Meu bem, por que você não trouxe nada?
E a criança timidamente respondeu:
Desculpe, professora. Eu vi a flor e senti o seu perfume. Pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu perfume exalasse por mais tempo.
Vi também a borboleta, leve e colorida! Ela parecia tão feliz que não tive coragem de aprisioná-la.
Achei um passarinho caído entre as folhas, mas, ao subir na árvore, notei o olhar triste de sua mãe e preferi devolvê-lo ao ninho.
Portanto, professora, trago comigo o perfume da flor, a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mamãe passarinho ao ver seu filhote de volta, são e salvo.
Como posso mostrar o que trouxe?
A professora agradeceu a todos e, olhando a criança de mãos vazias, disse-lhe:
Você foi a única criança que percebeu que só podemos trazer o amor no coração.
* * *
Se você já consegue perceber as belezas que Deus criou para enfeitar o planeta que nos serve de morada, não queira reter essas maravilhas para si somente, pois isso não é amor, é egoísmo.
Se você admira as flores, deixe-as no lugar em que estão, para que os outros possam sentir também o seu perfume e admirar sua beleza.
Se você se extasia contemplando a leveza dos pássaros a deslizar no ar, não os prenda em gaiolas, para que outras pessoas possam admirá-los também.
Se você aprecia ver os rios de águas cristalinas a correr por entre as pedras, não lhes polua o leito, para que outros olhos possam contemplá-los, igualmente.
Se você gosta de banhar-se nas águas limpas do oceano, não lhes turve a limpidez, para que todos possam usufruir dessa maravilha.
Se você se sente bem respirando ar puro, preserve-o para que todos possam desfrutar desse benefício.
E, por fim, lembre-se: o verdadeiro sentimento de amor só pode ser conduzido no próprio coração.
Redação do Momento Espírita
-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*
Amor é dar o melhor de nós, ensinar o que aprendemos, formar cidadãos.
A Fraternidade Oficina do Amor está precisando de voluntários para evangelização infantil, os interessados em exercitar o Amor, devem procurar informações com a Vilma.
Professora, o que é o amor?
A professora sentiu que a criança merecia uma resposta à altura da pergunta inteligente que fizera.
E como já estava na hora do recreio, pediu que cada aluno desse uma volta pelos jardins da escola e trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor.
As crianças saíram apressadas e depois de alguns minutos voltaram à sala.
A professora esperou que todos se sentassem e, quando o silêncio se fez na pequena sala, cobrou a tarefa que lhes havia dado: Quero que cada um mostre o que trouxe consigo.
A primeira criança disse: Eu trouxe esta flor, não é linda?
A segunda falou: Eu trouxe esta borboleta. Veja o colorido de suas asas, vou colocá-la em minha coleção.
A terceira criança completou: Eu trouxe este filhote de passarinho. Ele havia caído do ninho junto com outro irmão. Não é uma gracinha?
E assim as crianças foram mostrando tudo o que tinham captado lá fora, que pudesse representar o amor.
Terminada a exposição, a professora notou que uma das crianças tinha ficado quieta o tempo todo. Ela estava muito envergonhada, pois nada havia trazido.
Então a professora se aproximou dela e lhe perguntou:
Meu bem, por que você não trouxe nada?
E a criança timidamente respondeu:
Desculpe, professora. Eu vi a flor e senti o seu perfume. Pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu perfume exalasse por mais tempo.
Vi também a borboleta, leve e colorida! Ela parecia tão feliz que não tive coragem de aprisioná-la.
Achei um passarinho caído entre as folhas, mas, ao subir na árvore, notei o olhar triste de sua mãe e preferi devolvê-lo ao ninho.
Portanto, professora, trago comigo o perfume da flor, a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mamãe passarinho ao ver seu filhote de volta, são e salvo.
Como posso mostrar o que trouxe?
A professora agradeceu a todos e, olhando a criança de mãos vazias, disse-lhe:
Você foi a única criança que percebeu que só podemos trazer o amor no coração.
* * *
Se você já consegue perceber as belezas que Deus criou para enfeitar o planeta que nos serve de morada, não queira reter essas maravilhas para si somente, pois isso não é amor, é egoísmo.
Se você admira as flores, deixe-as no lugar em que estão, para que os outros possam sentir também o seu perfume e admirar sua beleza.
Se você se extasia contemplando a leveza dos pássaros a deslizar no ar, não os prenda em gaiolas, para que outras pessoas possam admirá-los também.
Se você aprecia ver os rios de águas cristalinas a correr por entre as pedras, não lhes polua o leito, para que outros olhos possam contemplá-los, igualmente.
Se você gosta de banhar-se nas águas limpas do oceano, não lhes turve a limpidez, para que todos possam usufruir dessa maravilha.
Se você se sente bem respirando ar puro, preserve-o para que todos possam desfrutar desse benefício.
E, por fim, lembre-se: o verdadeiro sentimento de amor só pode ser conduzido no próprio coração.
Redação do Momento Espírita
-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*
Amor é dar o melhor de nós, ensinar o que aprendemos, formar cidadãos.
A Fraternidade Oficina do Amor está precisando de voluntários para evangelização infantil, os interessados em exercitar o Amor, devem procurar informações com a Vilma.
sábado, 31 de dezembro de 2011
ANO NOVO VIDA NOVA
Mais uma expressão popular que raramente é levada a sério. Geralmente, apesar da mudança da folhinha, repetimos na nova etapa a mesma vidinha desprovida de ideais verdadeiros.
Embora tenhamos nos proposto a mudar, fazemos como os políticos que nunca cumprem sua promessas. É fácil de explicar: mudar dá trabalho. É preciso romper com velhos e arraigados hábitos nocivos que, muitas vezes, nem percebemos ter. O mesmo se dá no campo dos vícios, que temos muita dificuldade em abandonar. Livrar-se de um simples e inanimado cigarro é tormento para a maioria. E observem que o cigarro não é um defeito moral que mora dentro de nós; ele está fora e bastaria não comprá-lo para não consumi-lo.
Se não conseguimos deixar de fumar ou de beber, imaginem como conseguir deixar de ser egoístas e orgulhosos, impacientes, aflitos e inseguros, se esses vilões moram dentro da nossa mente e não conseguimos vencê-los. Nem percebemos que eles nos dominam a ponto de se alguém os taxar de egoístas ficarmos surpresos e nos revoltarmos com a pessoa. Não nos conhecemos e é isso que dificulta a nossa mudança. Em O Livro dos Espíritos temos a clássica questão 919 que nos dá a segura recomendação sobre tal problema. ¨Conhece a ti mesmo¨.
O mundo moderno criou doenças da civilização e deu a elas o nome de estresse e depressão. E quem não tem não imagina o que sejam e o estrago que causam. destroem a estrutura do homem, castrando-lhe a vontade de viver, de lutar, de ser. Fica tolhido em sua vontade, só quer cama, não sente disposição para comer e é tomado por apatia que impede de tomar banho e de ser ele mesmo. Desiste de lutar e pensa quase sempre em morrer, como solução para seus males.
O grande problema de nosso tempo é realmente o desconhecimento de nós mesmos, o que nos impede de saber o que realmente desejamos da vida. Não percebemos que num mundo de provas e expiações, onde noventa por cento de seus sete bilhões de seres são miseráveis, a felicidade mais ampla é coisa rara. Vivemos nos iludindo sonhando com o que não podemos ter e ficamos revoltados.
Quando se aproxima as festas de fim de ano, fazemos o nosso planejamento. O que vamos fazer com o 13º, no que vamos usar a restituição do imposto de renda, que presentes e para quem vamos comprar. Tudo com antecedência para não termos problemas na hora H. Das coisas materiais entendemos bem. Pena que não façamos o mesmo planejamento no que concerne as coisas morais-espirituais, as mais importantes e que podem efetivamente levar-nos à felicidade.
Neste novo ano que agora desponta, seria muito bom aprendermos a planejar dentro da nossa capacidade e condições. Vamos prometer ser melhores e esperar que deus nos recompense por isso. Prometer brigar menos a fim de que desentendimentos desnecessários não nos infelicitem ainda mais. Prometer melhorar nossa cultura, nossos modos, educando-nos para viver em sociedade. Ser menos prepotente e não desejar que o mundo gire em torno de nós. Saber que só o trabalho em favor do bem nos traz a verdadeira alegria.
É esse o tempo ideal para planejarmos nossa reforma íntima, tão preconizada pela doutrina espírita. E como não é possível santificar-nos numa única encarnação, que tal eleger o defeito mais grave, ou o que mais nos incomode, ou o que seja mais fácil de combater e iniciarmos nossa luta contra nós mesmos. Não adianta querer consertar todos os problemas de uma só vez porque acabaremos nos perdendo no emaranhado de nossas imperfeições.
Há situações que um defeito aparentemente sem importância, especialmente se é aquele que prejudica somente a nós mesmos, não é tomado a sério. Exemplo, a introversão, que é o fechamento do indivíduo em si mesmo, deixando-o acanhado e com dificuldade de relacionamento. Muitos dirão: - Mas isso não é grave.
Imaginemos um indivíduo introvertido. Se estiver num baile desacompanhado dificilmente encontrará um par para dançar. Se for numa entrevista de emprego, sequer olha nos olhos do entrevistador. Já de início perderá muitos pontos e o emprego facilmente lhe escapará. Não inspira confiança. O que fazer nesses casos? A resposta é buscar a ajuda de um psicólogo, entrar numa escola de arte, fazer treinamento para treinar em público, participar de uma reunião de estudo com integração dos componentes. Há muitas outras sugestões, que cada um pode descobrir por si mesmo ou com auxílio de terceiros.
Combatida a introversão e o indivíduo voltando-se para fora de si mesmo, muitas portas poderão se abrir e ele passará a viver com mais naturalidade. Do conserto dessa falha poderá redundar o conserto de muitas outras.
Desejamos a todos (......) um feliz 2012, pleno de realizações espirituais, porque as financeiras serão uma decorrência. Quando a pessoa está bem moralmente, a parte material também se ajusta e a espiritualidade que nos assiste sempre cuida de nós física e moralmente. Para confirmação, vide questão 524 em O Livro dos espíritos, no estudo sobre pressentimentos.
Boa sorte!
Octávio Caúmo serrano
Transcrito Revista Internacional de Espiritismo, ano LXXXVI, nº12, janeiro de 2012.
pag 660 a 662.
Embora tenhamos nos proposto a mudar, fazemos como os políticos que nunca cumprem sua promessas. É fácil de explicar: mudar dá trabalho. É preciso romper com velhos e arraigados hábitos nocivos que, muitas vezes, nem percebemos ter. O mesmo se dá no campo dos vícios, que temos muita dificuldade em abandonar. Livrar-se de um simples e inanimado cigarro é tormento para a maioria. E observem que o cigarro não é um defeito moral que mora dentro de nós; ele está fora e bastaria não comprá-lo para não consumi-lo.
Se não conseguimos deixar de fumar ou de beber, imaginem como conseguir deixar de ser egoístas e orgulhosos, impacientes, aflitos e inseguros, se esses vilões moram dentro da nossa mente e não conseguimos vencê-los. Nem percebemos que eles nos dominam a ponto de se alguém os taxar de egoístas ficarmos surpresos e nos revoltarmos com a pessoa. Não nos conhecemos e é isso que dificulta a nossa mudança. Em O Livro dos Espíritos temos a clássica questão 919 que nos dá a segura recomendação sobre tal problema. ¨Conhece a ti mesmo¨.
O mundo moderno criou doenças da civilização e deu a elas o nome de estresse e depressão. E quem não tem não imagina o que sejam e o estrago que causam. destroem a estrutura do homem, castrando-lhe a vontade de viver, de lutar, de ser. Fica tolhido em sua vontade, só quer cama, não sente disposição para comer e é tomado por apatia que impede de tomar banho e de ser ele mesmo. Desiste de lutar e pensa quase sempre em morrer, como solução para seus males.
O grande problema de nosso tempo é realmente o desconhecimento de nós mesmos, o que nos impede de saber o que realmente desejamos da vida. Não percebemos que num mundo de provas e expiações, onde noventa por cento de seus sete bilhões de seres são miseráveis, a felicidade mais ampla é coisa rara. Vivemos nos iludindo sonhando com o que não podemos ter e ficamos revoltados.
Quando se aproxima as festas de fim de ano, fazemos o nosso planejamento. O que vamos fazer com o 13º, no que vamos usar a restituição do imposto de renda, que presentes e para quem vamos comprar. Tudo com antecedência para não termos problemas na hora H. Das coisas materiais entendemos bem. Pena que não façamos o mesmo planejamento no que concerne as coisas morais-espirituais, as mais importantes e que podem efetivamente levar-nos à felicidade.
Neste novo ano que agora desponta, seria muito bom aprendermos a planejar dentro da nossa capacidade e condições. Vamos prometer ser melhores e esperar que deus nos recompense por isso. Prometer brigar menos a fim de que desentendimentos desnecessários não nos infelicitem ainda mais. Prometer melhorar nossa cultura, nossos modos, educando-nos para viver em sociedade. Ser menos prepotente e não desejar que o mundo gire em torno de nós. Saber que só o trabalho em favor do bem nos traz a verdadeira alegria.
É esse o tempo ideal para planejarmos nossa reforma íntima, tão preconizada pela doutrina espírita. E como não é possível santificar-nos numa única encarnação, que tal eleger o defeito mais grave, ou o que mais nos incomode, ou o que seja mais fácil de combater e iniciarmos nossa luta contra nós mesmos. Não adianta querer consertar todos os problemas de uma só vez porque acabaremos nos perdendo no emaranhado de nossas imperfeições.
Há situações que um defeito aparentemente sem importância, especialmente se é aquele que prejudica somente a nós mesmos, não é tomado a sério. Exemplo, a introversão, que é o fechamento do indivíduo em si mesmo, deixando-o acanhado e com dificuldade de relacionamento. Muitos dirão: - Mas isso não é grave.
Imaginemos um indivíduo introvertido. Se estiver num baile desacompanhado dificilmente encontrará um par para dançar. Se for numa entrevista de emprego, sequer olha nos olhos do entrevistador. Já de início perderá muitos pontos e o emprego facilmente lhe escapará. Não inspira confiança. O que fazer nesses casos? A resposta é buscar a ajuda de um psicólogo, entrar numa escola de arte, fazer treinamento para treinar em público, participar de uma reunião de estudo com integração dos componentes. Há muitas outras sugestões, que cada um pode descobrir por si mesmo ou com auxílio de terceiros.
Combatida a introversão e o indivíduo voltando-se para fora de si mesmo, muitas portas poderão se abrir e ele passará a viver com mais naturalidade. Do conserto dessa falha poderá redundar o conserto de muitas outras.
Desejamos a todos (......) um feliz 2012, pleno de realizações espirituais, porque as financeiras serão uma decorrência. Quando a pessoa está bem moralmente, a parte material também se ajusta e a espiritualidade que nos assiste sempre cuida de nós física e moralmente. Para confirmação, vide questão 524 em O Livro dos espíritos, no estudo sobre pressentimentos.
Boa sorte!
Octávio Caúmo serrano
Transcrito Revista Internacional de Espiritismo, ano LXXXVI, nº12, janeiro de 2012.
pag 660 a 662.
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