Ainda quando escutes alusões em torno da suposta decadência dos valores humanos, exaltando as forças das trevas, farás da própria alma lâmpada acesa para o caminho.
Mesmo quando a ambição e o orgulho te golpeiem de suspeitas e de rancores o espírito desprevenido, amarás servindo sempre.
Quando alguém te aponte os males do mundo, lembrar-te-ás dos que te suportaram as fraquezas da infância, dos que te auxiliaram a pronunciar a primeira oração, dos que te encorajaram os ideais de bondade no nascedouro, e daqueles outros que partiram da Terra, abençoando-te o nome, depois de repetidos exemplos de sacrifício para que pudesses livremente viver. Recordarás os benfeitores anônimos que te deram entendimento e esperança, prosseguindo fiel ao apostolado do amor e serviço que te legaram...
Para isso, não te deterás na superfície das palavras.
Colocar-te-ás na posição dos que sofrem, a fim de que faças por eles tudo aquilo que desejarias se te fizesse nas mesmas circunstâncias.
Ante as vítimas da penúria, imagina o que seria de ti nos refúgios de ninguém, sob a ventania da noite, carregando o corpo exausto e dolorido a que o pão mendigado não forneceu suficiente alimentação; renteando com os doentes desamparados, reflete quanto te doeria o abandono sob o guante da enfermidade, sem a presença sequer de um amigo para minorar-te o peso da angústia; à frente das crianças despejadas na rua, pensa nos filhos amados que aconchegas ao peito, e mentaliza o reconhecimento que experimentarias por alguém que os socorresse se estivessem desvalidos na via pública; e, perante os irmãos caídos em criminalidade, avalia o suplício oculto que te rasgarias entranhas da consciência, se ocupasses o lugar deles, e medita no agradecimento que passarias a consagrar aos que te perdoassem os erros, escorando-te o passo, das sombras para a luz.
Ainda mesmo quando te vejas absolutamente a sós, no trabalho de bem, sob a zombaria dos que se tresmalham temporariamente no nevoeiro da negação e do egoísmo, não esmorecerás. Crendo na misericórdia da Providência Divina e nas infinitas possibilidades de renovação do homem, seguirás Jesus, o Mestre e Senhor, que, entre a humildade e a abnegação, nos ensinou a todos que o amor e o serviço ao próximo são as únicas forças capazes de sublimar a inteligência para que o Reino de Deus se estabeleça em definitivo nos domínios do coração.
Obra: “Alma e Coração”, de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Emmanuel
sábado, 9 de junho de 2012
O Devoto Desiludido
fato parece anedota, mas um amigo nos contou a pequena história que passamos para a frente, assegurando que o relato se baseia na mais viva realidade.
Hemetério Rezende era um tipo de crente esquisito, fixado à ideia de paraíso. Admitia piamente que aprece dispensava a boas obras, e que a oração ainda era o melhor meio de se forrar a qualquer esforço.
“Descansar, descansar!...” Na cabeça dele, isso era um refrão mental incessante. O cumprimento de mínimodever lhe surgia à vista por atividade sacrificial e, nas poucas obrigações que exercia, acusava-se por penitente desventurado, a lamentar-se por bagatelas. Por isso mesmo, fantasiava o “doce fazer nada” para depois damorte do corpo físico. O reino celeste, a seu ver, constituir-se-ia de espetáculos fascinantes de permeio com manjares deliciosos... Fontes de leite e mel, frutos e flores, a s e revelarem por milagres constantes, enxameariam aqui e ali, no éden dos justos...
Nessa expectativa, Rezende largou o corpo em idade provecta, a prelibar prazeres e mais prazeres.
Com efeito, espírito desencarnado, logo após o grande transe foi atraído, de imediato, para uma colônia decriaturas desocupadas e gozadoras que lhe eram afins, e aí encontrou o padrão de vida com que sonhara: preguiça louvaminheira, a coroar-se de festas sem sentido e a empanturrar-se de pratos feitos.
Nada a construir, ninguém a auxiliar...
As semanas se sobrepunham às semanas, quando, Rezende, que se supunha o céu, passou a sentir-se castigado por terrível desencanto. Suspirava por renovar-se e concluía que para isso lhe seria indispensável trabalhar...
Tomado de tédio e desilusão, não achava em si mesmo senão o anseio de mudança.
À face disso, esperou e esperou, e, quando se viu à frente de um dos comandantes do estranho burgoespiritual, arriscou, súplice:
- Meu amigo, meu amigo!... Quero agir, fazer algo, melhorar-me, esquecer-me!... Peço transformação, transformação!...
- Para onde deseja ir? – indagou o interpelado, um tanto sarcástico.
- Aspiro a servir, em favor de alguém... Nada encontro aqui para ser útil... Por piedade, deixe-me seguir para oinferno, onde espero movimentar-me e ser diferente...
Foi então que o enigmático chefe sorriu e falou, claro:
- Hemetério, você pede para descer ao inferno, mas escute, meu caro!... Sem responsabilidade, sem disciplina, sem trabalho, sem qualquer necessidade de praticar a abnegação, como vive agora, onde pensa você que já está?
Hemetério Rezende era um tipo de crente esquisito, fixado à ideia de paraíso. Admitia piamente que aprece dispensava a boas obras, e que a oração ainda era o melhor meio de se forrar a qualquer esforço.
“Descansar, descansar!...” Na cabeça dele, isso era um refrão mental incessante. O cumprimento de mínimodever lhe surgia à vista por atividade sacrificial e, nas poucas obrigações que exercia, acusava-se por penitente desventurado, a lamentar-se por bagatelas. Por isso mesmo, fantasiava o “doce fazer nada” para depois damorte do corpo físico. O reino celeste, a seu ver, constituir-se-ia de espetáculos fascinantes de permeio com manjares deliciosos... Fontes de leite e mel, frutos e flores, a s e revelarem por milagres constantes, enxameariam aqui e ali, no éden dos justos...
Nessa expectativa, Rezende largou o corpo em idade provecta, a prelibar prazeres e mais prazeres.
Com efeito, espírito desencarnado, logo após o grande transe foi atraído, de imediato, para uma colônia decriaturas desocupadas e gozadoras que lhe eram afins, e aí encontrou o padrão de vida com que sonhara: preguiça louvaminheira, a coroar-se de festas sem sentido e a empanturrar-se de pratos feitos.
Nada a construir, ninguém a auxiliar...
As semanas se sobrepunham às semanas, quando, Rezende, que se supunha o céu, passou a sentir-se castigado por terrível desencanto. Suspirava por renovar-se e concluía que para isso lhe seria indispensável trabalhar...
Tomado de tédio e desilusão, não achava em si mesmo senão o anseio de mudança.
À face disso, esperou e esperou, e, quando se viu à frente de um dos comandantes do estranho burgoespiritual, arriscou, súplice:
- Meu amigo, meu amigo!... Quero agir, fazer algo, melhorar-me, esquecer-me!... Peço transformação, transformação!...
- Para onde deseja ir? – indagou o interpelado, um tanto sarcástico.
- Aspiro a servir, em favor de alguém... Nada encontro aqui para ser útil... Por piedade, deixe-me seguir para oinferno, onde espero movimentar-me e ser diferente...
Foi então que o enigmático chefe sorriu e falou, claro:
- Hemetério, você pede para descer ao inferno, mas escute, meu caro!... Sem responsabilidade, sem disciplina, sem trabalho, sem qualquer necessidade de praticar a abnegação, como vive agora, onde pensa você que já está?
Irmão X
domingo, 3 de junho de 2012
Aconteceu, na manha deste domingo, três de junho, o 22º Encontro sobre Eurípedes Barsanulfo. Momentos de confraternização, aprendizagem, reflexão e carinho.
Agradecemos a Equipe do CELD, por ter levado o encontro e a Equipe da FOA por ter possibilitado o evento, bem como todos os participantes, razão maior do mesmo ter ocorrido.
Recepção dos participantes
Início do evento
fila do café da manhã
Oh, escolha difícil....
Mensagem e prece final.
domingo, 20 de maio de 2012
CASOS MEDIÚNICOS AUTÊNTICOS Retirados do livro: "EURÍPEDES BARSANULFO O APÓSTOLO DA CARIDADE" - Jorge Rizzini.
Um caso de hemorragia
Em certa noite, a menina Itália entrou aflita na casa da sra. Vitorina Jesus, mãe de Jerônimo Cândido Gomide, dizendo:
- Jerônimo! Ajude-me! Minha mãe está morrendo! Vá chamar o "seu" Eurípedes!
- O que houve?
- Minha mãe está toda ensangüentada!
- Foi facada?
- Não sei.
E Jerônimo, ainda garoto, correu em busca de Eurípedes Barsanulfo. Quando ia contar-lhe o ocorrido viu o médium estender-lhe um pacote de remédios.
- Isto é para a sra. Casimira.
- O senhor não sabe o que aconteceu e já está dando os remédios? Ela foi golpeada, "seu" Eurípedes! E está morrendo...
Eurípedes Barsanulfo sorriu.
- Eu fui lá em espírito e ninguém agrediu a sra. Casimira. Quando o senhor ficar mais velho, "seu" Jerônimo, explicarei o que aconteceu com ela. Leve, agora, os remédios.
E, na manhã seguinte, a mãe da menina Itália ficou curada da forte hemorragia uterina...
O aluno que queria ver para crer
Abramos um parêntese para chamar a atenção do leitor para o seguinte fato. O corpo espiritual de Eurípedes Barsanulfo, quando liberto do corpo somático, embora agindo sobre a matéria nem sempre se tornara tangível. Vamos apresentar novos exemplos que não devem, pois (apressamo-nos a repetir) ser interpretados como clarividência. São casos de “desdobramento”. O próprio Eurípedes, aliás, assim os considerava.
Ora, Jerônimo Cândido Gomide, já com vinte e um anos de idade, tendo o físico robusto tornara-se enfermeiro dos obsidiados internados e zelador do Colégio Allan Kardec. Em certa manhã, viu ele o professor Eurípedes Barsanulfo sentado em uma cadeira em baixo do caramanchão florido do colégio e, julgando-o dormir, passou silencioso...
- Onde vai o senhor, pisando como um gato? Disse o médium.
- Estou pisando assim para não acordar o senhor.
- “Seu” Jerônimo, segundos atrás estive em espírito na casa de Dona Mariquinha, no Zagaia; a filhinha dela, que tinha crupe morreu, não faz um minuto. Dona Mariquinha está me xingando e blasfemando contra Deus e Jesus.
Jerônimo concordou com a cabeça, mas... Não acreditou. Se a menina ontem estava tão alegre! E, fingindo varrer o pátio, contornou o prédio e, sorrateiro, saiu à rua, correu em direção ao Zagaia e encontrou, realmente, a menina morta na cama e Dona Mariquinha, aos gritos, blasfemando. E regressou ao colégio; Eurípedes Barsanulfo continuava sentado na cadeira...
- Venha cá, “seu” Jerônimo. É como eu disse ou não?
- É, sim, senhor! Mas, como sabe que eu fui verificar?
- Acompanhei-o em espírito. Pois é! Não se pode impedir o desencarne. A menina tinha que abandonar a terra, mas a mãe nada compreende das coisas de Deus e blasfema. Quanto ao senhor, “seu” Jerônimo, é um Tomé: só acredita, vendo...
No próximo dia três de Junho, 22º Encontro Eurípedes Barsanulfo, com o tema: Eurípedes Barsanulfo, o Divulgador da Doutrina Espírita.
domingo, 13 de maio de 2012
terça-feira, 8 de maio de 2012
Eurípedes Barsanulfo
Nascido em 1º de maio de 1880, na pequena cidade de Sacramento, Estado de Minas Gerais, e desencarnado na mesmo cidade, aos 38 anos de idade, em 1o. de novembro de 1918.
Logo cedo manifestou- se nele profunda inteligência e senso de responsabilidade, acervo conquistado naturalmente nas experiências de vidas pretéritas.
Era ainda bem moço, porém muito estudioso e com tendências para o ensino, por isso foi incumbido pelo seu mestre- escola de ensinar aos próprios companheiros de aula. Respeitável representante político de sua comunidade, tornou- se secretário da Irmandade de São Vicente de Paula, tendo participado ativamente da fundação do jornal "Gazeta de Sacramento" e do "Liceu Sacramentano". Logo viu- se guindado à posição natural de líder, por sua segura orientação quanto aos verdadeiros valores da vida.
Através de informações prestadas por um dos seus tios, tomou conhecimento da existência dos fenômenos espíritas e das obras da Codificação Kardequiana. Diante dos fatos voltou totalmente suas atividades para a nova Doutrina, pesquisando por todos os meios e maneiras, até desfazer totalmente suas dúvidas.
Despertado e convicto, converteu- se sem delongas e sem esmorecimentos, identificando-se plenamente com os novos ideais, numa atitude sincera e própria de sua personalidade, procurou o vigário da Igreja matriz onde prestava sua colaboração, colocando à disposição do mesmo o cargo de secretário da Irmandade.
Repercutiu estrondosamente tal acontecimento entre os habitantes da cidade e entre membros de sua própria família. Em poucos dias começou a sofrer as conseqüências de sua atitude incompreendida.
Persistiu lecionando e entre as matérias incluiu o ensino do Espiritismo, provocando reação em muitas pessoas da cidade, sendo procurado pelos pais dos alunos, que chegaram a oferecer- lhe dinheiro para que voltasse atrás quanto à nova matéria e, ante sua recusa, os alunos foram retirados um a um.
Sob pressões de toda ordem e impiedosas perseguições, Eurípedes sofreu forte traumatismo, retirando- se para tratamento e recuperação em uma cidade vizinha, época em que nele desabrocharam várias faculdades mediúnicas, em especial a de cura, despertando- o para a vida missionária. Um dos primeiros casos de cura ocorreu justamente com sua própria mãe que, restabelecida, se tornou valiosa assessora em seus trabalhos.
A produção de vários fenômenos fez com que fossem atraídas para Sacramento centenas de pessoas de outras paragens, abrigando- se nos hotéis e pensões, e até mesmo em casas de famílias, pois a todos Barsanulfo atendia e ninguém saía sem algum proveito, no mínimo o lenitivo da fé e a esperança renovada e, quando merecido, o benefício da cura, através de bondosos Benfeitores Espirituais.
Auxiliava a todos, sem distinção de classe, credo ou cor e, onde se fizesse necessária a sua presença, lá estava ele, houvesse ou não condições materiais.
Jamais esmorecia e, humildemente, seguia seu caminho cheio de percalços, porém animado do mais vivo idealismo. Logo sentiu a necessidade de divulgar o Espiritismo, aumentando o número dos seus seguidores. Para isso fundou o "Grupo Espírita Esperança e Caridade", no ano de 1905, tarefa na qual foi apoiado pelos seus irmãos e alguns amigos, passando a desenvolver trabalhos interessantes, tanto no campo doutrinário, como nas atividades de assistência social.
Certa ocasião caiu em transe em meio dos alunos, no decorrer de uma aula. Voltando a si, descreveu a reunião havida em Versailles, França, logo após a I Guerra Mundial, dando os nomes dos participantes e a hora exata da reunião quando foi assinado o célebre tratado.
Em 1o. de abril de 1907, fundou o Colégio Allan Kardec, que se tornou verdadeiro marco no campo do ensino. Esse instituto de ensino passou a ser conhecido em todo o Brasil, tendo funcionado ininterruptamente desde a sua inauguração, com a média de 100 a 200 alunos, até o dia 18 de outubro, quando foi obrigado a cerrar suas portas por algum tempo, devido à grande epidemia de gripe espanhola que assolou nosso país.
Seu trabalho ficou tão conhecido que, ao abrirem- se as inscrições para matrículas, as mesmas se encerravam no mesmo dia, tal a procura de alunos, obrigando um colégio da mesma região, dirigido por freiras da Ordem de S. Francisco, a encerrar suas atividades por falta de freqüentadores.
Liderado a pulso forte, com diretriz segura, robustecia- se o movimento espírita na região e esse fato incomodava sobremaneira o clero católico, passando este, inicialmente de forma velada e logo após, declaradamente, a desenvolver uma campanha difamatória envolvendo o digno missionário e a doutrina de libertação, que foi galhardamente defendida por Eurípedes, através das colunas do jornal "Alavanca", discorrendo principalmente sobre o tema: "Deus não é Jesus e Jesus não é Deus", com argumentação abalizada e incontestável, determinando fragorosa derrota dos seus opositores que, diante de um gigante que não conhecia esmorecimento na luta, mandaram vir de Campinas, Estado de S. Paulo, o reverendo Feliciano Yague, famoso por suas pregações e conhecimentos, convencidos de que com suas argumentações e convicções infringiriam o golpe derradeiro no Espiritismo.
Foi assim que o referido padre desafiou Eurípedes para uma polêmica em praça pública, aceita e combinada em termos que foi respeitada pelo conhecido apóstolo do bem.
No dia marcado o padre iniciou suas observações, insultando o Espiritismo e os espíritas, "doutrina do demônio e seus adeptos, loucos passíveis das penas eternas", numa demonstração de falso zelo religioso, dando assim testemunho público do ódio, mostrando sua alma repleta de intolerância e de sectarismo.
A multidão que se mantinha respeitosa e confiante na réplica do defensor do Espiritismo, antevia a derrota dos ofensores, pela própria fragilidade dos seus argumentos vazios e inconsistentes.
O missionário sublime, aguardou serenamente sua oportunidade, iniciando sua parte com uma prece sincera, humilde e bela, implorando paz e tranqüilidade para uns e luz para outros, tornando o ambiente propício para inspiração e assistência do plano maior e em seguida iniciou a defesa dos princípios nos quais se alicerçavam seus ensinamentos.
Com delicadeza, com lógica, dando vazão à sua inteligência, descortinou os desvirtuamentos doutrinários apregoados pelo Reverendo, reduzindo- o à insignificância dos seus parcos conhecimentos, corroborado pela manifestação alegre e ruidosa da multidão que desde o princípio confiou naquele que facilmente demonstrava a lógica dos ensinos apregoados pelo Espiritismo.
Ao terminar a famosa polêmica e reconhecendo o estado de alma do Reverendo, Eurípedes aproximou- se dele e abraçou- o fraterna e sinceramente, como sinceros eram seus pensamentos e suas atitudes.
Barsanulfo seguiu com dedicação as máximas de Jesus Cristo até o último instante de sua vida terrena, por ocasião da pavorosa epidemia de gripe que assolou o mundo em 1918, ceifando vidas, espalhando lágrimas e aflição, redobrando o trabalho do grande missionário, que a previra muito antes de invadir o continente americano, sempre falando na gravidade da situação que ela acarretaria.
Manifestada em nosso continente, veio encontrá-lo à cabeceira de seus enfermos, auxiliando centenas de famílias pobres. Havia chegado ao término de sua missão terrena. Esgotado pelo esforço despendido, desencarnou no dia 1o. de novembro de 1918, às 18 horas, rodeado de parentes, amigos e discípulos.
Sacramento em peso, em verdadeira romaria, acompanhou- lhe o corpo material até a sepultura, sentindo que ele ressurgia para uma vida mais elevada e mais sublime.
No dia três de junho teremos o encontro sobre Eurípedes, não percam
sábado, 21 de abril de 2012
O Bom Servidor
Eurípedes Barsanulfo
Meus filhos, Que a Divina Misericórdia continue envolvendo a todos em muita serenidade e muita paz.
Queridos irmãos, é uma tarefa hercúlea matar o homem velho para deixar nascer o homem novo, o homem da era nova prevista por Jesus.
Entretanto, não é impossível pois Deus não coloca fardos mais pesados que os frágeis ombros da nossa infância espiritual possa carregar.
Voltem-se para dentro de vocês próprios, auscultem os sentimentos modificadores necessários para que surja o homem novo cuja luz deverá brilhar, conforme a promessa de Jesus.
Este trabalho é a oficina onde todos deverão desenvolver o aprendizado.
Nós, fora da carne, e vocês, na carne, tomando contato com aqueles que se acham desvestidos da vestimenta física para o necessário intercâmbio de bênçãos.
Portanto, meus irmãos, meus filhos, analisem-se, observem-se, mirem-se pela ética e pela ótica Cristã a fim de poderem observar melhor o parâmetro por onde devem direcionar a ação de cada um.
Esta abençoada oficina, que nos foi dada como processo para o desenvolvimento evolutivo, precisa ser melhor tratada, melhor trabalhada, melhor compreendida, para que os frutos sejam mais promissores, mais edificantes e mais generosos.
Sabemos que, de acordo com o estágio evolutivo do planeta, as dificuldades da densidade atmosférica que cercam trabalhos como estes são muito intensas, muito difíceis, porém, há um condutor em nossas vidas.
Se não bastasse o Criador e Jesus, ainda temos a presença de abnegados tarefeiros da Vida Mais Alta que, vez que outra, recebem autorizações para alertar os corações ingênuos que ainda se apresentam como todos nós.
Por isso, meus filhos, não é o momento de apontar para dificuldades de ninguém, mas é o exato instante em que devemos voltar nossos apontamentos para as nossas fraquezas, nossas imperfeições, nossas dificuldades, e verificar o que é que podemos, de iniciativa própria, com boa vontade e perseverança, alterar.
Onde é que podemos fazer o investimento de energias numa tarefa espiritual que compense para cada um de nós, que seja altamente recompensador para os nossos esforços, que seja de certa forma benéfico para os nossos propósitos de melhoria interior?
O Divino Amigo já nos alertou:
“os meus discípulos serão conhecidos por muito se amarem”.
Queremos deixar estas perguntas para análise:
Onde está o amor?
Em que ação?
Em que atitude?
Em que conduta eu estou investindo amor?
Onde o amor precisa ser mais trabalhado, para que a tarefa continue com o propósito de servir a Deus, servindo ao nosso semelhante?
Sabemos que no caminho do Gólgota não havia pavimento, eram pedras, calhaus e obstáculos vários, mas todo aquele que pretende chegar perto do Cristo precisa saber que a cruz da jornada é dificultosa.
É uma cruz que, às vezes, imaginamos pesada demais para os nossos ombros.
Contudo, nada será tão pesado para a consciência do que quando estivermos diante da Consciência Divina e constatarmos que poderíamos ter feito mais e deixamos de fazer, deixamos de realizar.
Como será que nos apresentaremos do outro lado?
As nossas mãos estarão carregadas de ação ou estarão vazias pois cruzamos os braços e deixamos que a inércia dominasse o sentimento, dominasse o coração, e não realizamos o que prometemos e, mais uma vez, estamos em defasagem com o compromisso maior?!
Pensem nisso meus filhos, pensem nisso meus irmãos, porque o tempo passa para nós.
Para Deus o que existe é a eternidade, somos nós que temos pressa.
Deus aguarda o tempo que for necessário.
Mas não alcançaremos o reino de Deus em nós, se não apressarmos o passo para sermos “o bom servidor” de todas as horas.
Muita Paz.
Eurípedes Barsanulfo
Mensagem psicofônica – 07/11/09
Santuário do Amor, após os trabalhos de Dr. Hans e equipe.
São Bernardo do Campo
Médium: José Maria de Medeiros Souza
EM JUNHO TEREMOS O ENCONTRO SOBRE EURÍPEDES BARSANULFO, DESDE JÁ CONVIDAMOS A TODOS...
Meus filhos, Que a Divina Misericórdia continue envolvendo a todos em muita serenidade e muita paz.
Queridos irmãos, é uma tarefa hercúlea matar o homem velho para deixar nascer o homem novo, o homem da era nova prevista por Jesus.
Entretanto, não é impossível pois Deus não coloca fardos mais pesados que os frágeis ombros da nossa infância espiritual possa carregar.
Voltem-se para dentro de vocês próprios, auscultem os sentimentos modificadores necessários para que surja o homem novo cuja luz deverá brilhar, conforme a promessa de Jesus.
Este trabalho é a oficina onde todos deverão desenvolver o aprendizado.
Nós, fora da carne, e vocês, na carne, tomando contato com aqueles que se acham desvestidos da vestimenta física para o necessário intercâmbio de bênçãos.
Portanto, meus irmãos, meus filhos, analisem-se, observem-se, mirem-se pela ética e pela ótica Cristã a fim de poderem observar melhor o parâmetro por onde devem direcionar a ação de cada um.
Esta abençoada oficina, que nos foi dada como processo para o desenvolvimento evolutivo, precisa ser melhor tratada, melhor trabalhada, melhor compreendida, para que os frutos sejam mais promissores, mais edificantes e mais generosos.
Sabemos que, de acordo com o estágio evolutivo do planeta, as dificuldades da densidade atmosférica que cercam trabalhos como estes são muito intensas, muito difíceis, porém, há um condutor em nossas vidas.
Se não bastasse o Criador e Jesus, ainda temos a presença de abnegados tarefeiros da Vida Mais Alta que, vez que outra, recebem autorizações para alertar os corações ingênuos que ainda se apresentam como todos nós.
Por isso, meus filhos, não é o momento de apontar para dificuldades de ninguém, mas é o exato instante em que devemos voltar nossos apontamentos para as nossas fraquezas, nossas imperfeições, nossas dificuldades, e verificar o que é que podemos, de iniciativa própria, com boa vontade e perseverança, alterar.
Onde é que podemos fazer o investimento de energias numa tarefa espiritual que compense para cada um de nós, que seja altamente recompensador para os nossos esforços, que seja de certa forma benéfico para os nossos propósitos de melhoria interior?
O Divino Amigo já nos alertou:
“os meus discípulos serão conhecidos por muito se amarem”.
Queremos deixar estas perguntas para análise:
Onde está o amor?
Em que ação?
Em que atitude?
Em que conduta eu estou investindo amor?
Onde o amor precisa ser mais trabalhado, para que a tarefa continue com o propósito de servir a Deus, servindo ao nosso semelhante?
Sabemos que no caminho do Gólgota não havia pavimento, eram pedras, calhaus e obstáculos vários, mas todo aquele que pretende chegar perto do Cristo precisa saber que a cruz da jornada é dificultosa.
É uma cruz que, às vezes, imaginamos pesada demais para os nossos ombros.
Contudo, nada será tão pesado para a consciência do que quando estivermos diante da Consciência Divina e constatarmos que poderíamos ter feito mais e deixamos de fazer, deixamos de realizar.
Como será que nos apresentaremos do outro lado?
As nossas mãos estarão carregadas de ação ou estarão vazias pois cruzamos os braços e deixamos que a inércia dominasse o sentimento, dominasse o coração, e não realizamos o que prometemos e, mais uma vez, estamos em defasagem com o compromisso maior?!
Pensem nisso meus filhos, pensem nisso meus irmãos, porque o tempo passa para nós.
Para Deus o que existe é a eternidade, somos nós que temos pressa.
Deus aguarda o tempo que for necessário.
Mas não alcançaremos o reino de Deus em nós, se não apressarmos o passo para sermos “o bom servidor” de todas as horas.
Muita Paz.
Eurípedes Barsanulfo
Mensagem psicofônica – 07/11/09
Santuário do Amor, após os trabalhos de Dr. Hans e equipe.
São Bernardo do Campo
Médium: José Maria de Medeiros Souza
EM JUNHO TEREMOS O ENCONTRO SOBRE EURÍPEDES BARSANULFO, DESDE JÁ CONVIDAMOS A TODOS...
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia-noite.
É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje.
Posso reclamar porque está chovendo… ou agradecer às águas por lavarem a poluição.
Posso ficar triste por não ter dinheiro… ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício.
Posso reclamar sobre minha saúde… ou dar graças por estar vivo.
Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria…. ou posso ser grato por ter nascido.
Posso reclamar por ter que ir trabalhar…. ou agradecer por ter trabalho.
Posso sentir tédio com as tarefas da casa… ou agradecer a Deus por ter um teto para morar.
Posso lamentar decepções com amigos… ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades.
O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser ser.
Charles Chaplin
É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje.
Posso reclamar porque está chovendo… ou agradecer às águas por lavarem a poluição.
Posso ficar triste por não ter dinheiro… ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício.
Posso reclamar sobre minha saúde… ou dar graças por estar vivo.
Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria…. ou posso ser grato por ter nascido.
Posso reclamar por ter que ir trabalhar…. ou agradecer por ter trabalho.
Posso sentir tédio com as tarefas da casa… ou agradecer a Deus por ter um teto para morar.
Posso lamentar decepções com amigos… ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades.
O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser ser.
Charles Chaplin
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